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TENDÊNCIAS: O REFLEXO DA MODA NA SOCIEDADE

Foto do escritor: shintoalfaiataria
shintoalfaiataria
10 de out. de 2024
2 min de leitura

Que a moda se renova constantemente e influencia como as pessoas se vestem, pensam e se comportam todos sabemos. Mas em algum momento já parou para se perguntar em como nascem as tendências? Como que uma cor, tecido ou a estética de uma peça pode

se tornar um hit de uma hora para outra?

No texto abaixo você vai entender melhor esse movimento que faz com que roupas de passarela ou modelos antigos surjam como tendência de moda a cada estação. Há um universo por trás de toda esse cenário de glamour e fama. Profissionais voltados para a exploração do estudo de previsão de tendências, que, além de abordar o peso que a moda de rua tem nas passarelas, agora também atribuem a influência da internet e da creator economy sobre esse mercado (e vice-versa). Vamos lá?!

Essa previsão de tendências não surgem de interpretações aleatórias. É baseado em dados e pesquisas bem estruturadas que definem as características, modelagens e cores que serão os highlights da próxima estação. 

Tal investigação, conduzida pelos cool hunters (profissionais dedicados ao ofício que identificam as tendências e as mudanças comportamentais das pessoas) e empresas especializadas em moda, a exemplo de WGSN e Fashion Snoops, analisam as principais tendências do momento, observando o perfil do consumidor que está em alta e utilizando métodos quantitativos e qualitativos para identificar o que vai despontar nos próximos meses.

Esse trabalho de equipe, envolve designers, estilistas, trend scouts (caçadores de tendências) e especialistas de marketing, que combinam dados com análises subjetivas chegando às conclusões mais assertivas sobre o tema. 

A força do digital nos tempos de hoje, com as redes sociais e os algoritmos com o maior aprendizado de máquina, prever as tendências se tornou ainda “mais fácil”. Assim vemos um novo profissional despontando no mercado: o cientista de dados. Ao lado dos profissionais de marketing, que têm visão de negócios e contatos no segmento fashion, a forma como é feita cada pesquisa de tendências de moda ganhou um novo ingrediente: as novas fontes de informação. a proximidade dos usuários agora, ajudam a dizer o que estará em alta nos próximos meses (ou semanas). 

Novo olhar que também surgirau a partir da creator economy. Onde os criadores de conteúdo e influenciadores usam as suas próprias edes sociais, em especial o TikTok, para compartilhar suas previsões de tendências em vídeos curtos. Essa viralização de estéticas (core) na rede, como normcore, barbiecore e cottagecore — nem sempre são, de fato, uma novidade — mas por aí seguem despontando preferências. 

Podemos entender essas estéticas, disseminadas, preferencialmente, pelo TikTok, como microtendências: ciclos que podem ser ultra-rápidos, mas que, por grande repercussão, ganham muita atenção em um período curto e logo perdem seu encanto e relevância na mesma proporção.



 
 
 

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